Blog da Waldman

Percussionistas talentosos fazer uma bela música sobre as águas congeladas na Sibéria

destaque-2016-01-26

Um grupo de músicos russos resolveu provar que é possível fazer música em qualquer lugar do planeta, em qualquer condição climática, usando apenas elementos da natureza.

O grupo Ethnobeat, de Irkutsk, foi ao Lago Baikal, apenas 6 horas distante de sua terra natal, onde se reuniu a -20º C para criar uma incrível composição musical, usando apenas os sons vindos de pedaços de gelo. Confira:

Curiosamente, a ideia do projeto veio de um pequeno acidente. A esposa de um dos integrantes, Sergei Purtyan, escorregou e caiu. Conforme aterrissou no gelo, fez um estrondo muito musical tão agradável e profundo, que o marido, que tem um ouvido muito bom, disse ‘Espera aí, o que era? Como você fez esse barulho?” Após muitas risadas, começaram a tocar bateria nos pedaços de gelo, e aos poucos foram obtendo uma melodia.

O lago siberiano Baikal é conhecido como o mais antigo, mais profundo e de água mais clara no mundo. Estas condições, aparentemente, tornaram possível este tipo de formação cristalina de água congelada, proporcionando este belo arranjo musical.

David Bowie é homenageado com uma constelação própria de nome “Starman”.

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A estação de rádio belga Studio Brussel e do Observatório MIRA fizeram uma parceria para dar à lenda da música David Bowie sua própria constelação “Starman”, projetada a partir do icônico relâmpago do álbum Aladdin Sane.

Além disso, os fãs também podem acessar a página “Stardust for Bowie” e adicionar uma estrela virtual para a constelação de Bowie com a sua música favorita do artista.

“Em referência aos seus vários álbuns, escolhemos sete estrelas – Sigma Librae, Spica, Alpha Virginis, Zeta Centauri, SAA 204 132, e Beta Sigma Octantis Trianguli Australis – nas imediações de Marte. A constelação é uma cópia do icônico relâmpago de Bowie e foi registrada no exato momento de sua morte”.

Bowie morreu no dia 10 de janeiro de 2016 com a idade de 69 após uma longa carreira como músico, ator e ícone de estilo.

50 anos de Batman representado por suas músicas

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Uma mistura de 50 anos de música e cinema filmados em frente aos carros que se tornaram ícones de várias gerações. Movidos pelo amor aos super-heróis e pela música dramática que trouxe vida aos filmes, a dupla americana The Piano Guys, famosa na internet por seus vídeos musicais sempre criativos, reeditou de forma impressionante as trilhas sonoras da série e dos filmes do Batman.

Veja como estes incríveis músicos fizeram uso de piano, violoncelo, câmeras, um helicóptero controlado por rádio, e algumas técnicas de efeitos especiais fragmentadas das formas mais criativas possíveis para sintetizar as três eras épicas de um dos maiores super-heróis já criados!

 

Como acessórios podem ajudar você a fazer músicas incríveis

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Não existe uma receita que especifique o número de instrumentos ou músicos são necessários para se fazer uma boa música ao vivo. Com o passar do tempo, a invenção de novos acessórios para músicos passou a permitir realizar trabalhos incríveis. No vídeo abaixo, a música “Permanent Holiday”, do talentoso músico de reggae havaiano Mike Love é prova disso.

Além de sua voz, violão e um parceiro percussionista, Mike usou seus pés para controlar pedais e gravar sílabas, aparentemente aleatórias, em looping, até formar palavras inteiras no final da canção.  O efeito é absolutamente hipnotizante, especialmente emparelhado com a batida calma e bela voz de Mike. Note também no final da música, a medida em que ela “cresce”, podemos ouvir o som de uma banda quase completa e também de grupo de vozes ao fundo. Tudo devido à genialidade do músico que soube fazer ótimo uso de seus recursos.

Para ouvir a música inteira com ainda mais efeitos de looping, clique aqui.

A importância da música nos filmes

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Muitas vezes assistimos filmes que nos causam diversos tipos de emoção, seja drama, suspense, comédia, aventura ou romance. É claro que o crédito maior fica divido entre um bom roteirista, equipe de efeitos especiais aliada à ótimos diretores e atores.

Mas e a música? Imagine se todos os filmes bons que você já assistiu não tivessem uma boa trilha sonora. Seria a mesma coisa? Você sentiria a mesma emoção? Alguns vídeos que bombaram na internet buscam responder esta questão.

Veja abaixo como seria se o clássico Cantanto na Chuva, de 1952, fosse assistido sem música:

Aproveitando o momento em que a “Força” despertou em nossos cinemas, que tal se não houvesse a épica música composta por John Williams no final de Star Wars: Episódio IV? A resposta está no vídeo abaixo:

Viu como a música faz falta? Para conferir as versões originais das cenas acima, clique nos links abaixo:

Cantando na Chuva (com música): clique aqui.
Star Wars: Episódio VI (com música): clique aqui.

Descubra quais áreas do nosso cérebro estão relacionadas à musica

destaque-2015-11-16

Somos grandes apreciadores de música. Diariamente, ouvimos música durante o trabalho, estudos, no trânsito, na academia, ou enquanto realizamos diversas outras atividades. Mas você sabe como ela realmente é processada pelo nosso cérebro? Vamos começar a entender.

Quando escutamos música, ela é processada em diferentes áreas do nosso cérebro. A extensão do envolvimento cerebral era pouco imaginada até o começo da década de 90, quando os estudos funcionais em neuroimagem se difundiram.

Veja abaixo as principais áreas do nosso cérebro que estão envolvidas com a música:

musica-mente

1. Corpo Caloso: Conecta os hemisférios esquerdo e direito.

2. Córtex Motor: Movimento como a batida dos pés, dança e tocar um instrumento.

3. Córtex Pré-frontal: Criação de expectativas, violação e satisfação das expectativas.

4. Núcleus Accumbens: Reações emocionais à música

5. Amígdala: Reações emocionais à música

6. Córtex Sensorial: O feedback tátil de tocar um instrumento ou dançar.

7. Córtex Auditivo: As primeiras fases de ouvir sons. A percepção e análise dos tons

8. Hipocampo: Memória musical, experiências musicais e contextos

9. Córtex Visual: Ler músicas, assistir à uma performance musical ou os próprios movimentos durante a dança.

10. Cerebelo: Movimento como a batida dos pés, dança e tocar um instrumento. Também envolvido nas reações emocionais à música.

 

Fonte: fastcompany.com

Gosto musical pode prever a personalidade

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Um estudo realizado por uma universidade do Reino Unido reuniu um grupo de pessoas para se conhecerem e analisarem as 10 músicas favoritas de cada um. Este estudo se provou eficaz em mostrar dados relevantes e confiáveis sobre a influência destas músicas sobre distintas personalidades do grupo. O estudo utilizou cinco traços de personalidade para o teste: abertura à experiência, extroversão, agradabilidade, consciência, e estabilidade emocional.

Curiosamente, algumas destas características foram previstas com maior precisão com base em hábitos musicais do que outros. Por exemplo, abertura à experiência, extroversão e estabilidade emocional foram as mais fáceis de adivinhar corretamente. Consciência, por outro lado, não foi evidente com base no gosto musical.

Veja na imagem abaixo todos os aspectos que indicam como os diferentes gêneros musicais correspondem à nossa personalidade, de acordo com um estudo realizado na Universidade Heriot-Watt:

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Podemos notar no gráfico uma representação visual dos resultados, com traços tais como a auto-estima, a criatividade, extroversão, entre outros, colocados em diferentes pontos ao redor do círculo. Quanto mais perto a área sombreada estiver do círculo externo, mais participantes possuem esse aspecto da personalidade.

Assim, por exemplo, o estudo constatou que os fãs de pop tendem a ser extremamente extrovertidos, enquanto os ouvintes de jazz e música clássica possuem pontuação alta na auto-estima. Curiosamente, as pessoas que gostava de ouvir punk, heavy metal, musica clássica, indie, dance e jazz e foram todos revelados como sendo pessoas criativas – uma área onde os fãs de pop e rap não apresentaram nenhuma correlação.

Estudar com música pode ajudar a manter o foco na hora da prova

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Se você está prestes a encarar uma prova super concorrida, como um concurso público ou vestibular, sabia que estudar em silêncio nem sempre pode ser uma boa idéia. Estudos recentes comprovam que, se houver barulho no ambiente em da prova, o aluno pode sentir mais dificuldade para se concentrar em meio aos ruídos.

Uma solução, pode ser agregar música ao estudo. O habito de estudar ouvindo música, além trazer benefícios excelentes para a modulação da frequência mental e o estímulo da concentração, pode ajudar os alunos a se adaptarem ao ambiente com cuido.  O resultado pode ser ainda mais positivo se esta dica começar a ser levada em prática desde o começo.

Devemos levar em conta que é essencial descobrir o estilo de música que fará com que você melhore sua concentração no estudos, pois entende-se que os estímulos sonoros podem variar entre pessoas. O mesmo serve para o volume da música que está ouvindo. Geralmente, o volume baixo é o mais indicado.

Agora tudo o que precisa é de uma bela música e foco nos estudos! Boa prova!

Animais de estimação gostam de musica, mas não de qualquer uma! Entenda.

destaque-2015-10-26

Quem aqui nunca viu seu animal de estimação “cantando” junto com uma música? Mas será que eles gostam do seu estilo musical?

“Nós temos uma tendência humana de nos projetar em nossos animais de estimação e assumir que eles vão gostar do que gostamos”, afirma o pesquisador Charles Snowdon.

Mas não é porque você gosta de Mozart que seu cachorro não vai preferir rock. E vice-versa. Ao contrário da ideia convencional de que a música é um fenômeno puramente humano, pesquisas recentes mostram que animais possuem também essa capacidade.

Porém, ao contrário dos nossos estilos, cada animal tem o que Snowdon chama de “música específica para espécies”: estilos familiares para cada espécie em particular.

Com alcances vocais e batimentos cardíacos diferentes dos nossos, os animais não conseguem se conectar ao nosso estilo musical. Estudos mostram que eles geralmente respondem à nossa música com total falta de interesse. Mas com isso em mente, Snowdon trabalhou com o tocador de violoncelo e compositor David Teie, para compor músicas específicas aos animais.

Em 2009, eles compuseram duas músicas para macacos, com vozes três oitavas superiores a nossa e ritmo cardíaco duas vezes maior. A música soava estranha para os humanos, mas os animais pareceram gostar. Agora, a dupla está compondo música para gatos, e estudando a reposta animal a isso.

“Nós estamos trabalhando para criar uma música com uma frequencia próxima a da voz dos gatos, e usando o ritmo cardíaco deles, que é mais rápido que o nosso”, comenta. “Nós descobrimos que os gatos preferem músicas compostas dessa maneira do que a música humana”.

Tem um gato? Teie está vendendo as músicas especiais online (começando com U$ 1.99 por música), através de uma empresa chamada “Music for Cats” (Música para Gatos).

Já os cachorros são mais complicados, principalmente porque eles variam muito no tamanho, na voz e no ritmo cardíaco. Mas se você tem um labrador ou um Mastiff, o gosto pode até ser similar ao seu. “Minha previsão é de que os cachorros grandes podem gostar mais da música humana do que um chihuahua”, afirma Snowdon.

De fato, uma pesquisa da psicóloga Deborah Wells mostrou que os cachorros conseguem discernir entre os diferentes tipos de música humana. “Eles demonstram comportamentos mais relaxados quando escutam música clássica e mais agitados quando ouvem heavy metal”, comenta ela.

Estudar música durante a adolescência desenvolve mais habilidades linguísticas

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Uma pesquisa realizada na Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, mostra que estudar música durante a adolescência pode ajudar no desenvolvimento de habilidades relacionadas a comunicação e linguagem.

Os pesquisadores acompanharam um grupo de 40 estudantes de escolas de bairros pobres desde o primeiro até o último ano do colegial. Quase metade dos participantes começaram a ter aulas de músicas, enquanto o resto decidiu fazer parte do Reserve Officers’ Training Corps, onde a ênfase era em atividades físicas.

A partir de registros das atividades cerebrais dos alunos no início e no fim do estudo, foi possível verificar que os que se dedicaram à música mostraram maior amadurecimento na forma em que o cérebro responde aos sons do que o resto dos participantes. O mesmo foi observado em relação a habilidades relacionadas a linguagem e leitura.

“Mesmo que não pareça relevante para a maioria das carreiras, os resultados do estudo mostram que o estudo musical ajuda os alunos ‘aprenderem a aprender’”, afirma a pesquisadora Nina Kraus.

fonte: Revista Galileu